A Futurecom, principal evento de tecnologia, telecomunicações e infraestrutura da América Latina realizado no Expo São Paulo, consolidou um ponto de discussão para o mercado: o foco já não é mais sobre quais tecnologias estão emergindo, mas sim sobre como integrá-las para gerar impacto econômico e valor real para o negócio.
Nosso time esteve presente nos painéis e conversas de corredores para absorver as maiores tendências e entender como os grandes players estão lidando com a complexidade do ecossistema atual. Nessa imersão, ficou nítido que o avanço tecnológico exige arquiteturas sólidas, governança e foco na experiência do cliente.
Abaixo, reunimos os principais insights da Futurecom 2026 e a perspectiva de zuppers sobre como transformar essas tendências em resultados sustentáveis.
1. Inteligência Artificial: da automação simples à eficiência de negócio
Durante os painéis da Futurecom 2026 sobre experiência do consumidor e conectividade inteligente, a Inteligência Artificial (IA) foi o grande destaque. Marcas de grande escala, como iFood e Zé Delivery, demonstraram como utilizam IA não apenas como um assistente de atendimento, mas como inteligência de negócio aplicada à logística, previsão de demanda e retenção proativa de clientes.
Principais destaques debatidos:
- Hiperpersonalização e logística: Casos reais mostraram IA sendo usada para prever hábitos de consumo, realizar testes antes do lançamento de produtos e mapear insatisfações do cliente antes que o churn aconteça.
- Equilíbrio com atendimento humano: Ficou evidente que a automação e a IA servem para resolver tarefas repetitivas e problemas simples, mas a empatia e o suporte humano continuam sendo indispensáveis para casos complexos.
- Medição do ROI da IA: O retorno financeiro da IA não surge de iniciativas isoladas de inovação, mas sim da melhoria direta da produtividade. Sendo assim, a IA precisa estar integrada às ferramentas cotidianas das equipes.
Para que a Inteligência Artificial entregue ROI mensurável, as empresas não podem implementá-la como uma “colcha de retalhos”. É preciso ter uma base de dados limpa, arquitetura de sistemas preparada e uma estratégia que conecte o modelo generativo às APIs do core da empresa. Para isso, o time precisa de capacitação estruturada e letramento em IA para superar desafios de tecnologia que impactam as áreas de negócio.
2. Modernização de legados e ecossistemas de TI: a base para inovar
No painel sobre Novos Modelos de Rentabilização e Infraestrutura Digital, executivos do setor destacaram que tecnologias como 5G, IoT, Cloud e IA não operam de forma isolada. Elas funcionam como engrenagens de um mesmo ecossistema.
No entanto, o maior entrave para a adoção plena dessas inovações nas grandes empresas (enterprise) continua sendo a complexidade dos sistemas legados. Afinal, percebemos que:
- A conectividade não resolve o problema por si só. Ter uma rede ultra-rápida de 5G ou sensores IoT instalados no campo/indústria não gera valor se o sistema central da empresa não conseguir processar esses dados em tempo real.
- É preciso ter abertura e integração. Empresas maduras estão deixando de comprar apenas “largura de banda” ou soluções de prateleira e passando a desenhar arquiteturas com base nos sistemas essenciais que já utilizam (como SAP, Oracle, Salesforce e bases proprietárias).
- Governança é primordial. Com grande parte dos dados corporativos hospedados fora do Brasil, a gestão de riscos, segurança da informação e governança sobre dados críticos tornaram-se prioridade estratégica na mesa dos C-Levels.
Sabemos que modernizar legados não significa “jogar fora e refazer do zero”. Afinal, a transformação eficiente se dá desacoplando monólitos, criando APIs seguras e acelerando a engenharia de software. Sem uma fundação tecnológica moderna e resiliente, qualquer tentativa de aplicar IA ou IoT em escala colide com custos astronômicos e lentidão operacional.
3. Cultura de dados, produtividade e capacitação
Outro reflexo marcante observado na Futurecom foi a necessidade de democratizar a tecnologia dentro das corporações. Exemplo disso foi ver empresas investindo na capacitação de 100% dos seus colaboradores em Inteligência Artificial e permitindo a criação interna de milhares de agentes autônomos para apoiar o dia a dia.
Para que a tecnologia alavanque os negócios, três pilares se mostraram essenciais:
- Foco na dor do cliente: A transformação digital precisa começar pelo problema real do usuário ou da operação (como digitalizar um processo manual em papel no campo) e não pela escolha da sigla tecnológica.
- Capacitação dos times: Reduzir tarefas repetitivas libera o talento humano para focar em estratégia, relacionamento e desenvolvimento de novos produtos.
- Métricas claras de experiência (CX): A eficiência operacional precisa se traduzir em métricas reais de satisfação (como NPS).
Como a Zup acelera essa jornada?
A participação da equipe de negócios da Zup na Futurecom reforçou nossa convicção: tecnologia só faz sentido quando gera impacto nos resultados do seu negócio.
Quer a sua organização esteja buscando destravar o valor dos dados, capacitar o time em IA, modernizar sistemas legados para ganhar agilidade ou implementar soluções de Inteligência Artificial de forma segura e escalável, a Zup é a parceira estratégica para transformar essa complexidade em vantagem competitiva.
Com mais de 15 anos de mercado e casos de sucesso no setor de telecomunicações, incluindo com uso do Claude Code, podemos apoiar sua empresa do agora ao futuro.



